quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Scarborough Fair-Canticle (Simon & Garfunkel)




Are you going to Scarborough Fair?
Parsley, sage, rosemary, and thyme
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine

Tell her to make me a cambric shirt
(On the side of a hill in the deep forest green)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Tracing a sparrow on snow-crested ground)
Without no seams nor needlework
(Blankets and bedclothes the child of the mountain)
Then she'll be a true love of mine
(Sleeps unaware of the clarion call)

Tell her to find me an acre of land
(On the side of a hill, a sprinkling of leaves)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Washes the ground with so many tears)
Between the salt water and the sea strand
(A soldier cleans and polishes a gun)
Then she'll be a true love of mine

Tell her to reap it in a sickle of leather
(War bellows, blazing in scarlet battalions)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Generals order their soldiers to kill)
And to gather it all in a bunch of heather
(And to fight for a cause they've long ago forgotten)
Then she'll be a true love of mine

Are you going to Scarborough Fair?
Parsley, sage, rosemary, and thyme
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Análise do Pedroca sobre relacionamentos amorosos

– Mamãe, pra que esse homem quer um monte de mulher?* Ele não tem três bocas, só tem uma. Não dá pra ele dar um monte de beijo...


* O dito homem é o personagem mulherengo da novela Viver a vida.

Sobre ventos e moinhos


Nesta manhã chuvosa, fazendo revisão de livro didático (sim, volta ao trabalho depois de 5 meses de licença-maternidade!), leio trechos de Dom Quixote (ed. Record). O que me desperta a vontade, nunca saciada, de ler (ou reler) clássicos. Razões não faltam, como Ítalo Calvino nos expõe deliciosamente. Falta tempo. Mas isso é fácil, só priorizar estas leituras, não é?

Dom Quixote eu li adaptado, pelo Monteiro Lobato, com as célebres intervenções asneirentas da Emília, no Sítio do pica-pau amarelo. Falta ler o original, o que vou colocar naquelas eternas listinhas...

Mas também não vejo a hora de reler essa adaptação com meus pequenos. Já fico imaginando a carinha dos dois, as risadas e mais asneirices que renderão futuras postagens neste blog.

E copiando a ideia da minha amiga Solange, que adorei, lanço a questão: que clássico você gostaria de ler ou reler? E em que circunstâncias?

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

- A Jajá comeu todo o pão. Que comilenta!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Torneirinha

– Pedro, vai fazer xixi antes de deitar!
– Não tô conseguindo... Acho que meu peru tá entupido.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Domingo chuvoso, a esperada piscina mixou. O Pedroca ficou bravo:
– Eu falei tanto pro "seu" Pedro fazer sol, mas olha aí, mamãe...
– É, Pedro, o seu xará tá de mau humor.
Pra mudar a rotina, resolvi fazer pão. E chamei meu ajudante número 1 pra participar da lambança. Com direito a mexer os ovos, colocar farinha e botar a mão na massa, literalmente.
– Agora, a gente tem que dar uma surra no pão, Pedro. – E dá-lhe sova. – Cresce, seu preguiçoso, cresce, seu sem vergonha!!
– Cresce, seu safadão!! – risos. E dá-lhe soco.
– Agora ele precisa descansar, Pedro. Depois a gente coloca o recheio. Gostou?
– Gostei! – sorriso na cara enfarinhada – Ser padeiro é melhor que ser médico.

Pedro Pan

– Mamãe, eu quero ir pro céu.
– Pra que, Pedro?
– Pra ver a lua, o dragão, o "seu" Pedro...
– Então você quer ser astronauta.
– Não, mamãe, eu não quero ser o Buzz Ligthyear, eu quero ser o Peter Pan! Assim vou voar com o pozinho mágico pra Terra do Nunca. Lá é legal!