quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Comoquê?

– Comment ça va, Pedro?
– Não como não! Não gosto de savá.

A importância de um hálito puro

Apesar de protestar toda vez que vai escovar os dentes, acho que o Pedro já entendeu a importância do hábito.

Cena de casamento de novela. O padre faz a fatídica pergunta. Resposta da noiva: Não aceito. Pedro, perplexo:
– Por que ela não aceitou ele, mamãe? Porque ele não escovou os dentes?
Delícia de artigo do Ignácio de Loyola Brandão sobre a Biblioteca de São Paulo. Quero ir!!!

Apenas um bom papo: Uma biblioteca e os anjos ajoelham

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Scarborough Fair-Canticle (Simon & Garfunkel)




Are you going to Scarborough Fair?
Parsley, sage, rosemary, and thyme
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine

Tell her to make me a cambric shirt
(On the side of a hill in the deep forest green)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Tracing a sparrow on snow-crested ground)
Without no seams nor needlework
(Blankets and bedclothes the child of the mountain)
Then she'll be a true love of mine
(Sleeps unaware of the clarion call)

Tell her to find me an acre of land
(On the side of a hill, a sprinkling of leaves)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Washes the ground with so many tears)
Between the salt water and the sea strand
(A soldier cleans and polishes a gun)
Then she'll be a true love of mine

Tell her to reap it in a sickle of leather
(War bellows, blazing in scarlet battalions)
Parsley, sage, rosemary, and thyme
(Generals order their soldiers to kill)
And to gather it all in a bunch of heather
(And to fight for a cause they've long ago forgotten)
Then she'll be a true love of mine

Are you going to Scarborough Fair?
Parsley, sage, rosemary, and thyme
Remember me to one who lives there
She once was a true love of mine

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Análise do Pedroca sobre relacionamentos amorosos

– Mamãe, pra que esse homem quer um monte de mulher?* Ele não tem três bocas, só tem uma. Não dá pra ele dar um monte de beijo...


* O dito homem é o personagem mulherengo da novela Viver a vida.

Sobre ventos e moinhos


Nesta manhã chuvosa, fazendo revisão de livro didático (sim, volta ao trabalho depois de 5 meses de licença-maternidade!), leio trechos de Dom Quixote (ed. Record). O que me desperta a vontade, nunca saciada, de ler (ou reler) clássicos. Razões não faltam, como Ítalo Calvino nos expõe deliciosamente. Falta tempo. Mas isso é fácil, só priorizar estas leituras, não é?

Dom Quixote eu li adaptado, pelo Monteiro Lobato, com as célebres intervenções asneirentas da Emília, no Sítio do pica-pau amarelo. Falta ler o original, o que vou colocar naquelas eternas listinhas...

Mas também não vejo a hora de reler essa adaptação com meus pequenos. Já fico imaginando a carinha dos dois, as risadas e mais asneirices que renderão futuras postagens neste blog.

E copiando a ideia da minha amiga Solange, que adorei, lanço a questão: que clássico você gostaria de ler ou reler? E em que circunstâncias?